Segunda-feira, Julho 20, 2026
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Importações de gás dos EUA aumentam quase 50%

Por: Diana Mendonça

A diminuição da importação do gás vindo da Rússia, dado a atual conjuntura, tem levado os Estados Unidos da América (EUA) a adquirir mais mercado para vender gás natural liquefeito (GNL). Portugal, nos primeiros cinco meses do ano, aumentou em 45% as importações de gás aos EUA. De acordo com os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), citados pelo Dinheiro Vivo, as importações nacionais de gás dos EUA já valem mais de um terço do total de importações.

O mercado norte-americano tem sido a principal alternativa dos países europeus para diminuir a dependência energética da Rússia. Até ao momento, as compras de gás à Rússia caíram 60%.

Em Espanha, a Nigéria continua a ser o principal fornecedor de gás, apesar de ter perdido alguma quota para os EUA. Já a Argélia deixou de ter peso nas transações comerciais do país, tendo em conta os conflitos entre os dois países.

Face à atual conjuntura, em março deste ano, Joe Biden, presidente dos EUA, comprometeu-se a fornecer cerca de 15 mil milhões de metros cúbicos de gás natural liquefeito à Europa, com o passar do tempo este valor pode atingir os 50 mil milhões de metros cúbicos. Contudo, este valor ainda não é suficiente para fazer face às necessidades da Europa.

O encerramento do gasoduto russo, Nord Stream, por dez dias para manutenção está a gerar algum alarme para os países europeus, pois temem que a Rússia suspenda de vez a venda de gás à Europa, tendo em conta as sanções que têm vindo a ser aplicadas ao país. Vários países europeus já estão a preparar planos de emergência, caso esta situação se verifique.

Portugal tem as reservas de gás natural no máximo. 

 

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