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Segundo dia de greve dos motoristas com requisição civil e ambiente calmo

Cumpre-se, esta terça-feira, o segundo dia da greve dos motoristas. Ao final do dia de segunda-feira, o Governo decretou uma requisição civil, alegando incumprimento dos serviços mínimos.

Segundo o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Tiago Antunes, “os trabalhadores não asseguraram os serviços mínimos decretados”, pelo que o Governo decidiu avançar para uma requisição civil nas áreas nas quais se verificou o incumprimento de serviços mínimos, nomeadamente nas unidades autónomas de gás natural, em Sines, no Aeroporto de Lisboa e na rede de emergência de postos de combustível (REPA).

“O que se constatou é que existem dificuldades de abastecimento na zona Sul, especialmente além da zona de Sines”, acrescentou o governante.

A requisição civil produz efeitos até 21 de agosto, sendo que os militares das Forças Armadas podem substituir “parcial ou totalmente” os motoristas em greve, segundo uma portaria do Governo.

 

Quase 500 postos sem combustível

Entretanto, ao início da manhã do segundo dia de greve, cerca de 470 postos estão sem combustível no país, segundo o site “Já não dá para abastecer”, havendo quase duas mil bombas de gasolina a funcionar em pleno.

 

Segundo adianta a edição online do Dinheiro Vivo, o segundo dia de greve começou de forma calma em Aveiras de Cima.