Terça-feira, Maio 13, 2025
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EY Portugal lança Guia de investimento em Timor-Leste

A EY Portugal lançou o Guia de Investimento em Timor-Leste, um documento preparado em colaboração com a TradeInvest, Agência de Promoção de Investimento de Timor-Leste, no âmbito de um Memorando de Entendimento assinado em 2016 com o Ministro de Estado e Coordenador dos Assuntos Económicos de Timor-Leste, Dr. Estanislau Silva.

Timor-Leste, que recuperou a sua soberania em 2002, conseguiu ao longo dos últimos 15 anos um percurso notável de recuperação da sua infraestrutura económica e de melhoria das condições de vida da sua população. O Plano Estratégico 2011-2030 aspira a um modelo de desenvolvimento económico baseado na diversificação da economia, reduzindo a dependência do petróleo como fonte de receitas e promovendo o desenvolvimento de atividades que promovam o aproveitamento económico dos recursos naturais do País. Para este efeito será essencial melhorar a atratividade do País para investimento estrangeiro.

Com este Guia de Investimento, a EY procurou dar resposta a empresas globais que procuram novas localizações de investimento e que podem encontrar em Timor-Leste uma opção interessante para acesso aos mercados do Sudeste Asiático ou da Lusofonia.

 

Boa Energia junta-se ao Projeto Crescer com Eficiência

O projeto Crescer com Eficiência, desenvolvido pelo Instituto Superior Técnico no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência ao Consumo de  Energia Elétrica financiado pela Entidade Reguladora de Serviços Energéticos ERSE e com a colaboração da EntreAjuda e da Boa Energia, foi pensado para os Centros de Acolhimento Temporário e/ou de Lar de Infância e Juventude para crianças e jovens em risco que fazem parte da rede de instituições de solidariedade social de Portugal Continental.

Foi neste âmbito que o IST propôs à Boa Energia, uma empresa de serviços integrados na área das energias renováveis e eficiência energética, a colaboração no desenvolvimento de oito desafios pedagógicos para os utentes das IPSS selecionadas.

A Boa Energia colaborou na criação e avaliação de oito desafios pedagógicos variados (e mais um original para os lares com crianças pequenas sobre o solar fotovoltaico), que se baseavam na identificação e criação de medidas de eficiência energética, envolvendo jogos com medições de consumos energéticos, desenhos alusivos ao tema ou escrita criativa.

As 34 IPSS cumpridoras de todos os desafios pedagógicos foram premiadas com um tablet da empresa portuguesa JP Sá Couto – TSUNAMI e cerca de 20 instituições (aquelas cujo desempenho energético se provou ser prejudicado pela utilização de equipamentos obsoletos) receberam novos eletrodomésticos como arcas congeladoras, máquinas de lavar roupa e frigorífico combinados BEKO.

Com a finalização desde projeto, crê-se que as medidas de eficiência energética identificadas irão contribuir para um funcionamento mais sustentável das instituições, bem como o aumento da preocupação com estas matérias.

Franchising gerou 5,1 mil milhões de euros em 2016

Em 2016, o franchising contribuiu com 2,79% do PIB nacional, representando um volume de negócios de 5.167 milhões de euros e 117.450 postos de emprego, correspondendo a 2,55% do emprego em Portugal, no ano passado. As conclusões são do 22º Censo do Franchising 2016, apresentadas em antecipação da Expofranchise, o maior encontro de franchising do país, que terá lugar amanhã e sábado, 2 e 3 de junho, em Lisboa.

O sector do franchising registou 574 marcas a operar em Portugal em 2016, mais 22 marcas do que no ano anterior. De acordo com o 22º Censo do Franchising, o número de empregos em regime de franchising aumentou 1,06% face a 2015. Já o volume de negócios gerado aumentou 0,06% em 2016, quando comparado com o período homólogo.

Segundo os dados apurados, em 2016 os conceitos de baixo investimento continuaram a dominar no universo do franchising, com 47% dos conceitos de negócio a corresponderem a investimentos até 25.000 euros.

Ao nível sectorial, os Serviços mantêm-se como setor dominante, correspondendo a 57,3% dos negócios em franchising. Ao nível das competências, Espírito empreendedor e Perfil Comercial são as aptidões mais valorizadas pelas marcas na seleção de futuros franchisados.

A assinalar as conclusões do único levantamento regular sobre este setor em Portugal, aproxima-se a realização da 22º edição da Expofranchise, o maior encontro de franchising em Portugal.

Se procura trabalho em tecnológicas, este festival é para si

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O Landing.careers Festival está de volta a Lisboa para a sua terceira edição, que se realiza esta sexta-feira e sábado, no Pavilhão de Portugal. O evento pretende, como tem sido feito até agora, dedicar-se às carreiras em tecnologia, setor com crescente procura em termos de recursos humanos. Pedro Oliveira, co-fundador do festival, contou à PME Magazine o que esperar do evento.

Por: Ana Rita Justo

 

PME Magazine – O que podem os participantes esperar da 3.ª edição do Landing.careers Festival?

Pedro Oliveira – Todos os participantes seleccionados para marcar presença no Landing.careers Festival podem esperar dois dias de muita aprendizagem, novos e interessantes contactos com as 60 equipas de engenharia presentes no Pavilhão de Portugal, workshops, sessões ao vivo, em pequenos grupos ou individuais, com experts nacionais e internacionais em carreiras e tecnologia, um hackathon de 24 horas patrocinado pela Sky e com prémios em dinheiro no valor de seis mil euros, diversos painéis e talks para debater os mais diversos temas relacionados com futuro, tecnologia e carreiras e, como já é nossa imagem de marca: uma viagem de veleiro no Rio Tejo.

 

PME Mag. – Há muita procura de mão-de-obra nas TI, mas ainda há falta de pessoas formadas para preencher estas vagas, concorda?

P. O. – É verdade, as universidades em Portugal e na Europa não têm capacidade para formar um número adequado de profissionais de TI e esta situação tende a agravar-se, pois cada vez é maior o número de vagas de tecnologia.

Uma boa parte dos trabalhadores de TI são pessoas reconvertidas de outras áreas, caso contrário, o problema ainda seria mais agravado.

 

PME Mag. – Este evento pretende inverter essa tendência?

P. O. – O maior propósito do Landing.careers Festival é abrir a mente e alertar os profissionais de TI para a necessidade de pensarem nas suas carreiras a longo prazo, pois não faz sentido estarem a mudar constantemente de trabalho rumo ao infinito.

Acho que, como efeito colateral, o Landing.careers Festival também acaba por mostrar às restantes áreas a força que o mundo da tecnologia tem e ao mesmo tempo afirmar que existe muito espaço para os “reconvertidos” terem uma carreira de sucesso nas TI. Penso que deste modo, podemos pelo menos ajudar a reduzir a diferença entre a oferta de trabalho e o número de profissionais de tecnologia disponíveis no mercado.

 

PME Mag. – Por outro lado, começa já a assistir-se a uma nova vaga de portugueses emigrados que querem voltar para trabalhar nas TI. Há mercado para este tipo de trabalhadores?

P. O. – É verdade que existe muita predisposição para os portugueses emigrados quererem regressar à pátria e a recente vaga de empresas internacionais, como a Hostelworld no Porto, ou a Pipedrive e a Sky em Lisboa, abrirem empresas em solo nacional vem acentuar esse desejo.

E são principalmente estas empresas que estabelecem pólos tecnológicos em Portugal, que estão a fazer com que os profissionais de TI portugueses equacionem muito regressar ao mercado nacional. No entanto, existem diversas startups, como a Feedzai ou a Farfetch, que contam crescer fortemente as suas e equipas e também estão a contribuir para este regresso de profissionais de tecnologia portugueses emigrados.

Não é por acaso que um dos painéis que vai abrir o Landing.careers Festival, no dia 2 de junho, se irá focar precisamente neste tema.

 

PME Mag. – Lisboa é cada vez mais vista como uma boa cidade para investimentos tecnológicos. É isso que também pretendem mostrar com o festival?

P. O. – Apesar de não contarmos com apoio das autoridades locais, tanto eu como o outro co-fundador da Landing.jobs, o José Paiva, enquanto cidadãos e munícipes lisboetas, preocupamo-nos e procuramos ajudar sempre a cidade de Lisboa.

A título pessoal, gostava que um dia Lisboa se tornasse num pólo tecnológico de referência, quer na Europa, como no mundo. Essa acaba por ser também uma das missões da equipa da Landing.jobs, mas não apenas centrado em Lisboa, pois cidades como o Porto, Braga, Coimbra e Aveiro têm talento incrível e merecem e devem também ser equacionadas.

 

PME Mag. – Quais os próximos passos a dar nesta matéria?

P. O. – Primeiro, a Landing.jobs vai continuar a dar apoio a todas as empresas que queiram montar pólos tecnológicos em Portugal. Vamos ainda criar uma equipa dedicada a este tipo de processos, pois neste caso, Portugal está a competir com países como, por exemplo, a Bulgária, Estónia, Hungria e Espanha.

Acreditamos imenso no potencial do nosso país como local de excelência para viver e queremos que o mesmo aconteça ao nível de carreiras em TI. Queremos que Portugal seja uma referência para quem quer ser bem sucedido no mundo das TI.

Farfetch lança novo programa de estágios

A empresa luso-britânica Farfetch lançou, pelo segundo ano consecutivo, o programa Plug-in, de forma a proporcionar estágios a recém-licenciados na área da tecnologia.

“Os estágios remunerados, com duração de nove meses a partir de setembro, destinam-se a recém-licenciados de cursos em áreas de Engenharia Informática, Ciência e Tecnologia”, refere a empresa em comunicado.

Ao todo, serão escolhidos 35 estagiários para integrar o escritório de Leça do Balio, no Porto.

“Os candidatos passam por diferentes fases: candidatura, análise de perfil, resposta a um desafio tecnológico (tech challenge), assessement (análise de soft skills numa dinâmica de grupos), entrevista final e seleção”, acrescenta o documento.

Segundo Ana sousa, diretora de recursos humanos da Farfetch, na primeira edição do programa, a empresa recebeu 800 candidaturas, tendo sido escolhidos 25 estagiários, dos quais “mais de 80% foram integrados” na tecnológica.

As candidaturas estão abertas até 15 de julho, devendo os interessados enviar currículo para o email plugin@farfetch.com.

Águas de Portugal investe 18 milhões em produção de energia renovável

O grupo Águas de Portugal (AdP) vai investir 18 milhões de euros até 2020 para duplicar a produção de energia renovável e poupar, assim, cerca de cinco milhões de euros por ano na fatura da energia.

A intenção está prevista no Plano de Eficiência e de Produção de Energia (PEPE), segundo a qual “uma parte significativa destina-se a ser consumida nas próprias instalações, na sua maioria Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), fortes consumidoras de eletricidade, permitindo reduzir a fatura energética do grupo”.

Atualmente, o o grupo tem capacidade de produção renovável de energia de 24,4 gigawatt-hora (GWh), prevento aumentar em 25,6 GWh a produção, mais do dobro da atual.

Com um consumo anual de 704 GWh, a AdP representa 1,4% do consumo energético nacional, situando-se este os cinco maiores consumidores empresariais de eletricidade do país. Ao todo, a fatura da energia representou 57% dos custos operacionais em 2016, no equivalente a cerca de 68 milhões de euros.

Além do aumento da produção de energia, o grupo prevê, ainda, reduzir os consumos e maximizar o aproveitamento energético do biogás proveniente da digestão das lamas do tratamento das águas residuais, bem como o aproveitamento da energia hídrica.

Será, ainda, “reforçado o investimento em energia solar, estando em curso um estudo sobre o potencial de aproveitamento da exposição solar das suas infraestruturas de norte a sul do país”.

A AdP espera, ainda, introduzir na sua frota 100 veículos elétricos e a instalação de 50 pontos de carregamento.

Bluepharma recebe secretário de Estado da Internacionalização e comitiva de empresários

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O secretário de Estado da Internacionalização, Jorge Oliveira, visitou a Bluepharma, em Coimbra, no passado dia 24 de maio, juntamente com uma comitiva de meia centena de empresários, liderada pelo presidente da AIP, José Eduardo Carvalho.

Depois da Renova e da Panicongelados, a Bluepharma foi a terceira das 10 visitas a empresas industriais, a decorrer até novembro, integradas no programa de comemorações dos 180 anos da AIP. O critério, explicou o presidente da AIP, José Eduardo Carvalho, passa por “escolher empresas que tenham crescido durante o período de ajustamento e que, por isso mesmo, são referências do tecido empresarial, e que tenham maioria de capital nacional”.

Paulo Barradas Receblo, presidente da Bluepharma, anunciou durante o encontro que será inaugura nova unidade industrial em 2019, também em Coimbra.

Já o secretário de Estado da Internacionalização desafiou os empresários portugueses a alargarem horizontes no que respeita à internacionalização, avançando para lá das “zonas de conforto” que são os principais países da União Europeia e a África lusófona. Jorge Oliveira destacou as oportunidades que representam países da América do Sul, a Coreia do Sul, ou a China, acrescentando que o Governo está disponível para apoiar as empresas na entrada nesses novos destinos das exportações.

Criada há 16 anos, a Bluepharma é hoje um grupo económico de 20 empresas que emprega cerca de 450 colaboradores. Este grupo farmacêutico de Coimbra, que produz medicamentos para mais de 100 marcas, abriu sucursais em sete países (Espanha, Angola, Moçambique, Colômbia, Chile, Brasil e EUA) e exportou, em 2016, 86% da sua produção para mais de 40 países. Está em processo de registo em outros 40, pelo que dentro de quatro anos poderá exportar para mais de 80 países.

A Bluepharma encerrou o ano de 2016 com um crescimento do volume de negócios na ordem dos 7%.

Iniciada em 2011, a presença nos mercados de Angola e Moçambique tem vindo a fortalecer-se, sendo a Bluepharma cada vez mais considerada uma marca de referência. Em Moçambique, intercala entre a primeira e a terceira posição enquanto empresa que mais medicamentos genéricos vende naquele mercado. Em Angola, está entre as cinco primeiras empresas, refere a AIP em comunicado.

Cascais recebe segunda edição do Business Storm

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Por: Ana Rita Justo

Depois de Sófia, na Bulgária, Cascais recebe este ano a segunda edição do The Business Storm, a 1 e 2 de junho, um evento que pretende ser uma autêntica tempestade de negócios para os empreendedores portugueses. Maia Pedro, responsável por trazer o evento para Portugal, explica-nos o que esperar deste evento.

 

PME Magazine – Porquê trazer este evento internacional para Portugal?

Maia Pedro – Lisboa chega em primeiro lugar à mente de muitas pessoas na Europa que estão a abordar questões relacionadas com o empreendedorismo, tecnologia e desenvolvimento de negócios. É um momento perfeito e a condição perfeita para Lisboa hospedar este evento da Business Storm Global Series. A edição em Lisboa será adaptada ao nosso empresarial local e gostava de referir que vamos também introduzir novas atualizações no formato emocional e interativo que não foram apresentadas na última edição, mas para o momento vamos manter em segredo. Tudo o resto está disponível no nosso site. Tudo isto será possível devido ao apoio que estamos a ter das principais organizações e instituições empresariais locais, como por exemplo a Câmara Municipal de Cascais e DNA Cascais, que fizeram o possível e o impossível para trazer este evento para a cidade de Cascais.

 

PME Mag. – Quais os resultados da primeira edição em Sófia?
P. M. – Na primeira edição estiveram presentes mais de 70 indústrias, 50 parceiros estratégicos, representantes de 23 países.

 

PME Mag. – Como vai decorrer o concurso de Pitch?
M. P. – O concurso de Pitch foi uma ideia implementada pela organização portuguesa (João Salgueiro, Maia Pedro e Gonçalo Henriques) em parceria com a VIABLE Report que se trata de uma plataforma que conecta investidores a startups, e através de certas métricas ajuda-os a fazer melhores investimentos. Até agora já tivemos muitas startups a candidatarem-se, porque será certamente uma grande competição em que as melhores ideias serão selecionadas com a ajuda da plataforma da VIABLE e, claro, do júri que vamos ter para avaliar estas mesmas ideias.

 

PME Mag. – Como escolheram os oradores do evento?
M. P. – O critério foi escolhermos oradores que tenham muita experiência já nas suas áreas de negócio, que tenham uma performance em palco de elevada interação com os participantes, para assim estimular a criatividade de todos. Este é o principal objetivo da conferência, que os participantes tenham a possibilidade de experimentar algo completamente novo e inédito em Portugal, e que inclui experiências emocionais, amplo conteúdo empresarial e vasto know-how.

 

PME Mag. – Como será a dinâmica nos dois dias do evento?

M. P. – No primeiro dia é onde se aplica o conceito Business Storm, é montado um cenário meteorológico, com a simulação de trovada, efeitos de chuva, sol e ainda arco-íris, para ir de encontro ao conceito tempestade de negócios. Aqui, além de keynotes, os participantes serão constantemente desafiados, com idas ao palco e resoluções rápidas de problemas. O segundo dia é para, de facto, fazer negócios. Queremos dar a oportunidade aos participantes de terem sessões individuais com os nossos oradores, pois consideramos ser uma oportunidade única. Às vezes, dez minutos com empreendedores deste nível, podem assegurar os investimentos certos, ou decisões de que os tornam os próximos empreendedores bem-sucedidos!

Exportações de calçado sobem 3% em 2016

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As exportações de calçado continuam a crescer, tendo subido 3% em 2016 para 1.920 milhões de euros, em comparação com 2015.

Segundo um estudo setorial publicado pela Informa D&B, “o valor da produção de calçado iniciou em 2014 uma tendência crescente, a qual foi confirmada no exercício de 2016, num contexto de bom comportamento das vendas tanto em Portugal como no exterior”.

Já as importações cresceram 12,7% em 2016 para os 595 milhões de euros.

A consultora estima que, em 2016, as vendas tenham subido para os 2.050 milhões de euros, mais 5,4% em relação ao ano anterior.

França aparece como o mercado externo “mais importante”, assumindo uma quota de 22% do total de exportações em 2015.

Quanto à estrutura da oferta, o número de empresas fabricantes de calçado cresceu apenas 0,3% em 2015 para as 1.450.

“Predominam as empresas de pequeno tamanho, de modo que pouco mais de 60% do total contam com um quadro de pessoal abaixo de 10 empregados e só 9% têm mais de 50 trabalhadores”

A região Norte é a que alberga a maioria destas empresas, num total de 95%, com destaque para os concelhos de Felgueiras, Oliveira de Azeméis e Santa Maria da Feira, que representam mais de 60% do volume de emprego total.

StartUp Biz abre em julho de 2017

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O LisboaBiz, centro de negócios de Lisboa sediado na zona oriental da cidade, anuncia projeto de apoio ao empreendedorismo com programa de incubação de empresas a partir de 1 de julho.

O centro de negócios LisboaBiz lança o programa de apoio a empreendedores, o StartUp BIZ, que consiste num conjunto de descontos em serviços integrados de apoio a empresas com vista ao crescimento sustentado, desde a criação e financiamento do negócio, aluguer de salas de trabalho, de reuniões e de formação, apoio administrativo, contabilístico e jurídico.

O LisboaBiz dispõe atualmente de 1.100m2 de espaços totalmente ocupados e prepara-se para aumentar a sua área de instalação de empresas para 1550m2.

Para Artur Salada Ferreira, Administrador do centro de negócios de Lisboa “O LisboaBiz promove parcerias entre as empresas alojadas, criando sinergias mútuas que enriquecem o nosso ecossistema empresarial. O que nos distingue é o atendimento, a flexibilidade e os serviços de qualidade. Logo, faz sentido investirmos em novas ideias e negócios, ajudando quem quer crescer”, afirma à PME Magazine.

Criado em 2014 com apenas oito escritórios em 200m2, atualmente, o centro de negócios aloja 50 empresas. O projeto, desenvolvido por fases, aumentou a capacidade de alojamento de empresas e negócios, conseguindo duplicar a área de implementação em 500% até 2016. Agora, prepara um novo piso de 450 m2 para novas empresas que procurem um lugar de referência na capital.

A campanha de lançamento deste programa de apoio ao empreendedorismo inclui um desconto de 25 % no segundo semestre de 2017 e  um desconto de 10 % no primeiro semestre de 2018 em todos os contratos assinados a partir de  1 de julho de 2017. Para contratos assinados até 30 de junho de 2018, com início de atividade até 1 de julho de 2018, o desconto será de 10%.

Criado em abril de 2014, o centro de negócios de LisboaBiz dispõe de 1.100 m2, passando a partir de 1 de julho a 1550 m2 de aluguer de salas de escritórios, salas de formação e reunião, receção, lobby, copa, arquivo, escritórios virtuais e parqueamento. Dispõe ainda de serviços de apoio às empresas como domiciliação fiscal, apoio informático, contabilidade e serviços administrativos.

A localização do LisboaBiz tem ainda nas imediações um centro comercial, loja do cidadão, hotel de quatro estrelas, supermercado, bancos, estação de metro, autocarros, entre outros serviços. A morada é na Av. Eng. Arantes e Oliveira, nº 3 R/C, nas Olaias, na freguesia do Areeiro.

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Quais as medidas adotadas pela empresa para assegurar a segurança dos seus dados pessoais?

A Massive Media Lda assume o compromisso de garantir a proteção da segurança dos dados pessoais que lhe são disponibilizados, tendo aprovado e implementado rigorosas regras nesta matéria. O cumprimento destas regras constitui uma obrigação de todos aqueles que legalmente aos mesmos acedem.

Tendo presente a preocupação e empenho  na defesa dos dados pessoais, foram adotadas diversas medidas de segurança, de carácter técnico e organizativo, de forma a proteger os dados pessoais que lhe são disponibilizados contra a sua difusão, perda, uso indevido, alteração, tratamento ou acesso não autorizado, bem como contra qualquer outra forma de tratamento ilícito.

Adicionalmente, as entidades terceiras que, no âmbito de prestações de serviços, procedam ao tratamento de dados pessoais em nome e por conta da Massive Media Lda., estão obrigadas a executar medidas técnicas e de segurança adequadas que, em cada momento, satisfaçam os requisitos previstos na legislação em vigor e assegurem a defesa dos direitos do titular dos dados.

Em que circunstâncias existe comunicação dos seus dados pessoais a outras entidades, subcontratantes ou terceiros?

Os seus dados pessoais podem ser utilizados por subcontratantes para que estes os tratem, de forma automática, em nome e por conta da Massive Media Lda. Neste caso tomaremos as medidas contratuais necessárias para garantir que os subcontratantes respeitam e protegem os dados pessoais do titular.

-  Empresas dentro do grupo Massive Media Portugal (poderá encontrar as marcas em www.massivemediaportugal.com)

-  Empresas com quem a Empresa desenvolva parcerias, nomeadamente Dinamize, Mailchimp, E-goi, entre outras a designar;

-  Entidades a quem os dados tenham de ser comunicados por força da lei, como a autoridade tributária.

Em que circunstâncias transferimos os seus dados pessoais para um país terceiro?

A prestação de determinados serviços pela Empresa pode implicar a transferência dos seus dados para fora de Portugal, incluindo para fora da União Europeia ou para Organizações Internacionais.

Em tal caso, a Empresa cumprirá rigorosamente as disposições legais aplicáveis, nomeadamente quanto à determinação da adequabilidade do(s) país(es) de destino no que respeita a proteção de dados pessoais e aos requisitos aplicáveis a tais transferências, incluindo, sempre que aplicável, a celebração dos instrumentos contratuais adequados e que garantem e respeitam as exigências legais em vigor.


Proteção de dados
A Massive Media, Lda. não recolherá automaticamente qualquer tipo de informação pessoal dos seus Utilizadores, os quais poderão navegar no site sem fornecer qualquer género de informação pessoal, permanecendo no anonimato durante a sua visita. No entanto, a Massive Media, Lda. poderá recolher informações que não sejam de carácter pessoal e que se destinem a otimizar a navegação no site.

A informação pessoal voluntariamente fornecida pelo próprio Utilizador ao proceder à compra de produtos/serviços ou ao preencher os formulários do site é para uso exclusivo da Massive Media, Lda. que poderá disponibilizá-los em representação de terceiros (anunciantes e/ou parceiros) sem o prévio consentimento do seu titular. A informação será guardada por um período de dez anos, findo o qual será pedido novo consentimento ao Utilizador.

Este website pode conter acesso a links para outros sites externos cujos conteúdos e políticas de privacidade não são de responsabilidade da Massive Media, Lda.. Assim recomendamos que, ao serem redirecionados para sites externos, os Utilizadores consultem sempre as respetivas políticas de privacidade antes de fornecerem seus dados ou informações.

 

Cookies
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Um cookie é um ficheiro informativo que é enviado do servidor do website para o browser do Utilizador e armazenado no respetivo computador.

Estes cookies serão apenas utilizados pela Massive Media, Lda. e a sua utilização limita-se às seguintes finalidades:

-  Permitir saber quem é o Utilizador e, dessa forma, prestar um serviço melhor, mais seguro e personalizado;

-  Estimar os níveis de utilização dos serviços, garantindo a privacidade e a segurança dos dados.

III) Conteúdos e Responsabilidades

A informação presente neste site foi incluída de boa fé e serve exclusivamente para informação direta do utente, sendo a sua utilização de sua exclusiva responsabilidade.

A Massive Media, Lda., sem prejuízo do cumprimento das regras de proteção de dados pessoais, reserva-se ao direito de realizar alterações e correções, suspender, interromper ou encerrar o site quando o considerar apropriado, sem necessidade de pré-aviso e pelo período que entender necessário, por quaisquer razões de ordem técnica, administrativa, de força maior ou outra, não podendo por tal ser responsabilizada.

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A Massive Media, Lda., pode atualizar os termos de utilização e a política de privacidade, acompanhando as alterações decorrentes do desenvolvimento e avanços tecnológicos da própria Internet, bem como as alterações legislativas nesta área.

A Massive Media, Lda. e/ou seus diretores e funcionários não assumem responsabilidade ou obrigação por qualquer ação ou conteúdo transmitidos por ou entre o utilizador e ou quaisquer terceiros dentro ou fora deste site e apesar de atenta ao conteúdo editorial, não exerce nem pode exercer controlo sobre todas as mensagens.

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O desrespeito pelas regras éticas de utilização e de boa educação implicam a desvinculação do utilizador dos referidos serviços, sendo a usurpação, a contrafação, o aproveitamento do conteúdo usurpado ou contrafeito, a identificação ilegítima e a concorrência desleal punidos nos termos da legislação em vigor.

A Massive Media, Lda., cooperará plenamente com quaisquer autoridades competentes para aplicação da lei ou decisão de tribunal que solicite ou ordene a revelação da identidade ou ajuda na identificação ou localização de qualquer pessoa que transmita tal conteúdo.

O utilizador será responsabilizado pelo não cumprimento dos Termos de Utilização do presente site de acordo com a legislação civil e penal aplicável. A Massive Media, Lda., poderá, com base numa participação ou comunicação, averiguar se o conteúdo transmitido a este site por qualquer utilizador está a violar os termos e condições e determinar a sua remoção.

O utilizador deste site concorda em defender, indemnizar e isentar de responsabilidade a Massive Media, Lda., e/ou seus diretores e funcionários de e contra qualquer reivindicação ou demanda apresentada por quaisquer terceiros, bem como de todas as obrigações, danos, custos e despesas associados (incluindo, sem limitação, honorários razoáveis de advogados) decorrentes e/ou relacionados com a utilização deste site por parte do utilizador, conteúdos por este transmitidos a este site, violação pelo utilizador de quaisquer direitos de terceiros e/ou violação por parte do utilizador dos Termos de Utilização.

 

Assinaturas

As publicações da Massive Media, Lda. podem ter condições de Assinatura diferentes ou estar disponíveis em apenas algumas das plataformas, pelo que o aconselhamos a ler atentamente as concretas condições da publicação que está a assinar e que lhe serão apresentadas no decurso do processo de assinatura.

Caso necessite de qualquer esclarecimento relacionado com qualquer uma das suas Assinaturas, poderá contactar-nos pelo e-mail info@pmemagazine.com ou pelo telefone para o 211 934 140 (dias úteis entre as 9h30 e as 18h30). Mais se informa que os contratos referentes às Assinaturas das publicações são celebrados com a Massive Media, Lda..

Registo e pagamento de assinatura

Caso o pagamento não seja integralmente recepcionado ou caso o pagamento seja cancelado, a Massive Media, Lda.. poderá suspender ou cancelar a sua Assinatura. A Massive Media, Lda. poderá, igualmente, entrar em contacto com o banco/entidade responsável pelo pagamento, bem como com as autoridades competentes, caso suspeite da existência de fraude ou de outro comportamento ilícito ou abusivo por parte do Utilizador. Os pagamentos efectuados não são reembolsáveis, excepto quando seja indicado expressamente o contrário e para as condições indicadas.

Caso deseje alterar o método de pagamento da sua assinatura poderá contactar-nos pelo e-mail info@pmemagazine.com

 

Cancelamento de assinaturas

Pode cancelar a sua assinatura a qualquer momento através do e-mail info@pmemagazine.com. Não procedemos a reembolsos de valores de assinaturas correspondentes a períodos já pagos, salvo questões específicas protegidas pela lei Portuguesa. A Massive Media, Lda. poderá suspender a sua Assinatura em caso de incumprimento dos presentes termos e condições.

 

IV) Jurisdição

Os Termos de Utilização (ponto I) e a Política de Privacidade (ponto II) acima enunciados foram regidos e serão interpretados de acordo com a lei portuguesa.
O utilizador aceita, irrevogavelmente, a jurisdição dos tribunais portugueses para dirimir qualquer conflito decorrente e/ou relacionado com os Termos e Condições, com a Política de Privacidade abaixo enunciada e/ou com a utilização deste website.

 

Litígios

Aos presentes Termos e Condições, bem como qualquer litígio inerente aplica-se a lei portuguesa. Para a resolução de quaisquer litígios, as partes elegem o foro do Tribunal da Comarca de Lisboa, com expressa renúncia a qualquer outro. Adicionalmente, em caso de litígio, o Utilizador, enquanto pessoa singular tem à sua disposição qualquer uma das seguintes entidades de resolução alternativa de litígios, sem prejuízo do recurso ao Tribunal da Comarca de Lisboa:

a) CNIACC – Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo http://www.arbitragemdeconsumo.org/
b) Centro de Arbitragem da Universidade Autónoma de Lisboa (CAUAL) http://arbitragem.autonoma.pt/home.asp
c) Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa http://www.centroarbitragemlisboa.pt/

Mais informações no Portal do Consumidor http://www.consumidor.pt/ e na plataforma europeia de resolução de litígios em linha em http://ec.europa.eu/consumers/odr/

V) Contacto

Para o esclarecimento de qualquer questão relacionada com os presentes termos e condições de utilização do site, o utilizador deverá contactar a Massive Media, Lda., para o seguinte endereço eletrónico: info@pmemagazine.com.

 

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