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País regressa ao estado de contingência a 15 de setembro

O Governo está a preparar o endurecimento das medidas de proteção sanitárias para conter a pandemia de Covid-19. Assim, a partir de 15 de setembro, todo o país deixará de estar em “situação de alerta” e passará a estar em “situação de contingência”, o mais grave dos três previstos na Lei de Bases de Proteção Civil.

Atualmente, apenas a Área Metropolitana de Lisboa está em situação de contingência.

O anúncio foi feito, esta quinta-feira, pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, após reunião do Conselho de Ministros, adiantando que as reuniões no Infarmed voltarão a acontecer a dia 7 de setembro, com a primeira parte aberta a jornalistas.

Segundo os últimos dados da Direção-Geral da Saúde (DGS), Portugal conta com mais 399 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas e com mais duas mortes. Ao todo, já se registaram no país 56.673 casos de Covid-19 e 1809 mortes.

Segundo a governante, as medidas da situação de contingência “serão trabalhadas ao longo dos próximos dias e apresentadas a partir da reunião entre peritos e responsáveis políticos” para pôr em prática a partir de 15 de setembro.

Entre os temas a ser abordados estão os planos de contingência para as escolas, tendo em conta o regresso às aulas.

Mariana Vieira da Silva adiantou que na próxima semana deverá estar pronta a aplicação Stay Away Covid.

A resolução que prorroga a declaração de situação de contingência na Área Metropolitana de Lisboa e de alerta no resto do território nacional foi aprovada, esta quinta-feira, pelo Conselho de Ministros.

A Madeira está em situação de calamidade até 31 de agosto, enquanto os Açores prolongaram até às 24h00 de 01 de setembro a situação de calamidade pública nas ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial. Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo estão em situação de alerta.